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EDITORIAL

Nos primeiros anos do primeiro mandato do atual governo federal, a comunidade acadêmica acompanhou, pelos órgãos de imprensa, uma discussão anacrônica: confirmavam-se ou revogavam-se as prerrogativas legais de autonomia dos Centros Universitários?

Este anacronismo ocorria, na nossa opinião, não apenas por conflitos de interesses como pela natural resistência às mudanças. A regulação do funcionamento dos Centros Universitários, finalmente definida pelo Decreto 5773 de 09 de Maio de 2006, fez parte das necessárias transformações que há décadas vinham sendo debatidas e que construíramo norteador da Lei de Diretrizes e Bases promulgada em 1996. Esta, definiu diretrizes para a modernização, em todos os níveis de ensino. E a educação superior tinha urgência em se adaptar as necessidades e demandas nascidas do crescimento da sociedade.

O Centro Universitario de Lins nasceu dessa necessidade, fortemente amparado na tradição de ensino de escolas tradicionais do Noroeste Paulista. Pela sua regulação, deve desenvolver, assestado sobre o trinômio ensino- pesquisa- extensão, um programa institucional de iniciação cientifica, a partir do trabalho de orientação de professores com titulação de mestres ou doutores. Os nossos professores têm nos auxiliado imensamente no desenvolvimento deste programa. Não é fácil, para os docentes de instituições particulares, o desenvolvimento de atividades desta ordem. Trabalhamos com recursos naturalmente limitados, e os resultados apresentados pelo PIC – Programa de Iniciação Cientifica da UNILINS estão muito além do esperado. Só temos que agradecer o empenho dos nossos docentes e dos nossos alunos nos trabalhos aqui apresentados. Paralelamente, estamos enviando esforços no sentido de estabelecer programas de pesquisa aplicada para empresas, utilizando os benefícios fiscais de que gozam as mesmas, para que novos programas sejam implantados e quiça, na próxima edição desta revista, possamos apresentar trabalhos oriundos dos mesmos. Esta nova vertente de trabalho conta com o irrestrito apoio da Reitoria da UNILINS e revela a preocupação da Instituição na melhoria da qualidade do ensino, pois é inegável que o perfil do egresso que tenha participado de um programa de pesquisa, vinculado ou não à iniciação cientifica, é um perfil diferenciado dos demais.

Prof. Dr. Bernardo Luiz Costas Fumió

SUMÁRIO DE ARTIGOS

Editorial03
Agrofloresta Como Alternativa no Reflorestamento05
Desenvolvimento Macrófitas Aquáticas em Diferentes Concentrações Dióxido de Carbono (CO2)08
Engenharia Cognitiva – O Valor do Capital Intelectual11
Estudo de Wavelets e Semântica Aplicada ao Processamento de Sinais de Fala16
Avaliação dos Fatores que Interferem na Remoção de Nitrogênio Amoniacal de Esgotos Sanitários19
Modelo Presa-Predador: Lince Ibérico e Coelho Bravo22
Padronização da Informação Através da Linguagem de Marcação XML26
Revisão da Norma Regulamentadora NR-1028
Sistemas de Análises, Perigos e Pontos Críticos de Controle Aplicado ao Processo Produtivo da Pasta de Amendoin31
Tarifação e Utilização de Energia Elétrica33
Aumento na Perda de Vida Útil tem Transformadores de Distribuição Submetidos a Correntes Distorcidas39
Estudo Ambiental da Geração de Energia Elétrica pelo Bagaço de Cana de Açúcar – Determinação da Massa de CO245
Farinha de Amendoim Semi-Desengordurada49
Gestão de Pessoas e o Trabalho Imaterial no Universo Microempresarial53
Metodologia dos Modelos de Maturidade de Processos Produtivos57
Reconstruir a Politica Educacional, como Medida Primordial para a Ascensão da Qualidade do Ensino61
SIG CTGEO Escola para o Ensino Fundamental e Médio: Uma Ferramenta Cognitiva e Interdisciplinar67
Sistemas Estruturais Mistos e Híbridos para Edifícios de Múltiplos Pavimentos70
Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal75
DISCOVERY: Uma Ferramenta CASE para Especificação de Requisitos em Ambiente Colaborativo89

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