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EDITORIAL

Recentemente os jornais de grande circulação do país divulgaram as informações de que “De 2007 para 2008, a produção cientifica brasileira cresceu 56% e o pais passou da 15α para a 13α colocação no ranking mundial de artigos publicados em revistas especializadas. “ e que ”No aspecto quantitativo, o Brasil foi o pais que mais cresceu na lista das 20 nações com mais artigos publicados em periódicos científicos indexados pelo ISI. Em 2008, 30.145 artigos de instituições brasileiras foram aceitos nessas publicações. Em 2007, esse numero era 19.436.”

Com esses números o Brasil teria ultrapassado a Rússia e a Holanda no ranking.

Artigos relativos ao tema posteriormente publicados questionaram a metodologia adotada na formação do ranking e houve quem se auto atribuiu os méritos da conquista. Discussões à parte, o importante é que houve crescimento da produção cientifica brasileira e este fato é de inquestionável relevância.

Nenhum investimento dá retorno maior que o investimento no desenvolvimento da ciência e da tecnologia. Não é por acaso que todas as nações desenvolvidas economicamente, assim como as grandes empresas, fizeram – e continuam fazendo – pesados investimentos em educação, pesquisa cientifica e tecnológica.

O caminho a percorrer no sentido de se levar o pais à condição de grande nação tecnológica e, em consequência, de nação econômica e socialmente desenvolvida não é segredo para ninguém – é muito estudar e pesquisar.

A iniciação cientifica é o primeiro passo dessa caminhada e todos os nossos estudantes devem dá-lo, para o bem da nação e para seu próprio desenvolvimento profissional.

A iniciação cientifica é o instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação potencialmente mais promissores, quaisquer que sejam os seus cursos , na pesquisa cientifica. Nesse aspecto, os alunos participantes dos projetos de iniciação cientifica tem uma posição elevada frente aos seus pares e a atividade desenvolvida é de fundamental importância para a sua formação acadêmica.

Para o Centro Universitário de Lins, a iniciação cientifica e a pesquisa são deveres a cumprir, ao lado do ensino e da extensão. Por isso a pesquisa e a iniciação cientifica merecem a criação da Pró-reitoria de Pesquisa, órgão estatutariamente responsável por essas atividades na instituição e há o compromisso da Reitoria de destinar mais recursos para o desenvolvimento dessas fundamentais atividades.

Prof. Milton Léo

SUMÁRIO DE ARTIGOS

Editorial03
A responsabilidade Socioambiental Como Diferencial Competitivo05
Ged – Gerenciamento Eletrônico de Documentos11
Contaminação Materno-Fetal por Virús da Imunodeficiência Humana e Assistência de Enfermagem27
O Cuidados do Portador de Alzheimer e suas Repercussões Físicas e Emocionais34
Prevalência e Características do Tabagismo em Alunos do Centro Universitário de Lins – Unilins40

 

Disponibilidade Hídrica do Aquífero Bauru e Sua Susceptibilidade à População na Cidade de Lins48
Processos Oxidativos Avançados Aplicados e Efluentes Industriais:
a Fotodegradação de Poluentes Orgânicos usando tiO2 e Radiação UV
54
Análise Ambiental e Uso de Terra da Micro Bacia do Córrego Barbosinha, Lins – SP58
Valuation63
Desenvolvimento de um Sistema de Rede Social Utilizando a Plataforma Google Android73
Desenvolvimento de uma Ducha Com Controle Automático de Temperatura81
Desenvolvimento de Sistema Microcontrolado para Processamento Digital de Sinais92
Implementação de uma Rede WPAN utilizando o Padrão ZigBee98
Sistema de Reconhecimento de Fala usando Cadeias Ocultas de Markov102
Análise Estrutural de Estruturas Planas109
Correção do Fator de Potencia em Ambientes não Senoidais116
Protótipo Wireless de Comunicação para Unidades Robóticas Moveis121
Conflitos Interpessoais nas Organizações127
Educação Cidadã Violencia e Comunicação: Alternativas Educacionais137
Modelo de Pensamento Estratégico Baseado na Relação Entre os Objetivos de Desempenho e o Modelo das Forças Competitivas149
Um Estudo Comparativo Entre os Modelos de Maturidade Spice e Emmi154

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